Em campanha política, informação sobre os ¨podres¨ dos candidatos vale ouro. Quanto mais cabeludos melhor.
Se o candidato é mais sujo que pau de galinheiro, ótimo. Mas se o adversário não tem um passado tão condenável assim, as mentes brilhantes da campanha dão um jeitinho de jogar ¨lama¨no ventilador para respingar até no cachorro da família. Abaixo do pescoço, tudo é canela.
Já dizia um coordenador de campanha que conheci: ¨eleição só não vale perder, o resto....... Logo, surge baixaria de todo o lado. São panfletos, cartazes e notícias na rádio peão tão malucas que até Deus duvida. Até mesmo aqueles que contam.
Foi o que aconteceu na eleição de 2004 em Ipatinga, principal cidade do Vale do Aço, em Minas Gerais. Quem acompanhou a campanha teve o nítida impressão que o embate estava sendo travado entre o céu e o inferno. Batalha de dar inveja aos melhores poetas de cordel.
Deu um lado, o escravizador de trabalhadores rurais que encontrou Jesus, arrependeu de todos os seus pecados e virou homem de Deus.

Do outro lado, o adorador do demo, adpeto de seita satânica, que estava desfarçado de homem de bem, mas não tinha compromisso com o povo de Deus.

Briga boa hein!!! A verdadeira peleja do diabo com o o dono do céu.
